Ainda sobre o Holocausto:
Nos anos vinte e trinta do século passado, a típica agudeza britânica para a frase assegurava que a Primeira Guerra Mundial se tinha ganhado mais nos campos de jogo de Eton que nas trincheiras de Flandres. Israel, embora de maneira muito mais prosaica, também trabalha para ganhar antes, durante e depois da batalha o pugilato pela opinião do mundo ocidental. Um exemplo é a Escola Internacional para o Estudo do Holocausto, que incansavelmente convida jornalistas, académicos e docentes, sobretudo europeus, para que ninguém se atreva a esquecer.
A iniciativa, uma entre muitas e oferecida por excelentes especialistas, é a ponta do icebergue de uma indústria, cujo instrumento é a memória e a matéria-prima a dor que fomenta a compaixão e a formação de um sentimento favorável às vítimas e ao Estado que melhor as representa. Continue Reading →



