Mossad, Metsada e os kidon: terrorismo sionista (1ª parte).

Este é o primeiro de uma série de artigos sobre a Mossad e os agentes do Kidon da Metsada, um grupo de assassinos profissionais, que sob a protecção do governo sionista de Israel têm cometido os mais diversos e terríveis actos de terrorismo, assassinatos, sequestros e outras ilegalidades, sob o olhar protector de alguns governos ocidentais.

Os terroristas desta sinistra e obscura organização dedicam-se a procurar e eliminar supostos inimigos do Estado Sionista de Israel em qualquer lugar do mundo.

David Ben-Gurion foi o primeiro chefe de governo israelense a autorizar, em maio de 1960, uma acção destes comandos terroristas fora de Israel; a unidade Nokmin (Vingadores) raptou Adolf Eichmann em território argentino e posteriormente transladou-o a Israel, onde foi julgado e executado.

logo mossad

Eichmann era um simples administrativo do governo nazista alemão, mas a elaborada máquina de propaganda e a “justiça” sionista aproveitaram para o acusar, entre outros crimes, de ser responsável directo da morte de milhões de judeus, responsável pela deportação de meio milhão de polacos e de catorze mil eslovenos para campos de concentração, entre outras acusações.  Os sionistas rejubilaram de alegria; tinham encontrado um bode expiatório para justificar o mito dos seis milhões e satisfeito a sua sede de sangue e vingança.

Diógenes Taboada, ministro argentino dos Negócios Estrangeiros, exigiu publicamente ao embaixador de Israel na Argentina uma explicação do sucedido. A resposta oficial chegou do próprio David Ben-Gurion: “Tomámos as medidas adequadas a um caso excepcional. Agora todos os inimigos de Israel, no passado, no presente e no futuro, ficam a saber que se ameaçam a nossa segurança, o longo braço de Israel pode atacá-los onde quer que se escondam”.

Em 1964, Meir Amit, o então director da Mossad, com a autorização do primeiro-ministro Levi Eshkol, decidiu criar a secção mais secreta de todo o serviço de espionagem israelita, a Metsada.

Adolf Eichmann

Julgamento de Adolf Eichmann

Os seus membros, conhecidos como kidon, tornar-se-iam terroristas, assassinos, sequestradores ou carrascos, em nome do estado sionista. Rafi Eitan, primeiro chefe da Metsada, afirmaria que esse grupo seria formado por “aqueles que nunca esquecem” e que este seria o lema da nova unidade.

Herbert Cukurs, suposto criminoso de guerra nazista, conhecido na Mossad como o “carrasco de Riga” foi o primeiro objectivo e vítima da Metsada.

Foi executado de forma sádica e violenta, com golpes e tentativa de estrangulamento seguida de dois tiros na nuca por cinco terroristas do Mossad no Uruguai, em 23 de Fevereiro de 1965. O seu cadáver foi depositado num baú de madeira e guardado numa viatura, tendo sido descoberto pela polícia somente passados seis dias após o crime. Antes de fecharem os três cadeados do baú, os criminosos colocaram dentro um papel com o seguinte escrito:

VEREDICTO
tendo em conta a gravidade dos crimes de HERBERT CUKURS, pela acusação de ser pessoalmente responsável pelo assassinato de trinta mil homens, mulheres e crianças, e considerando a terrível crueldade mostrada por HERBERT GUKURS no cometimento dos crimes, nós condenamos o mencionado CUKURS à morte. Foi executado a 23 de fevereiro de 1965 por “aqueles que nunca esquecem”.

Cukurs jamais foi julgado ou objecto da mínima investigação. Foi simplesmente executado noutro país pelos agentes kidons Yoav, Dova’le, Oswald Taussing, Arieh e Anton Kuenzle, psudónimo do chefe da unidade da Metsada na “operação Riga”. Em 1991 Kuenzle foi co-autor do livro “The Execution of the Hangman of Riga. The Only Execution of a Nazi War Criminalby the Mossad”, onde descreve com todos os pormenores como o crime foi preparado e executado. Vive actualmente com a sua família em Israel.

Herbert Cukurs

Herbert Cukurs

Meir Dagan, director da Mossad entre 2002 e 2010, declarou:

A execução de um terrorista é uma ferramenta do Estado para evitar ataques e reforçar a dissuasão.

Não só o estado sionista de Israel, mas também o governo dos EUA, utilizam este tipo de técnicas terroristas para conseguirem os seus objectivos quando actuam noutros paises.

Fonte: sionismo.net

[continua]

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5 Responses to Mossad, Metsada e os kidon: terrorismo sionista (1ª parte).

  1. t.case 05/11/2011 at 20:20 #

    Maybe Mossad execute an innocent man in Herbert Cukurs?

  2. leonildo dos santos 23/09/2013 at 17:09 #

    O mossad foi a melhor coisa que israel inventou afinal eles tem o direito de se defender.

  3. Gustavo Hertal 21/01/2015 at 05:12 #

    O Estado sionista de Israel e´criminoso, terrorista, e não durará até o fim deste século, porque todo mal deve ser extirpado. Este crime bárbaro, selvagem, inenarrável, só revela o nível da covardia dos sionistas, que são os piores inimigos do próprio povo judeu perante a opinião pública do universo.

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